sexta-feira, 3 de junho de 2011

Lista de exercícios - República Velha ou Primeira República

Prezado(a)s aluno(a)s,
Esta lista de exercícios foi elaborada com base nos assuntos abordados nas aulas. Utilize-a como instrumento de verificação dos seus conhecimentos a fim de  prepará-lo(a)s para a avaliação de História. (As respostas encontram-se no final da lista). Acredito que seja proveitosa para seus estudos. Boa sorte!!

1- Proclamada a República inicia-se um novo período na História política do Brasil: “A República Velha ou Primeira República”.  A respeito dos primórdios da República é correto afirmar. A fase e o primeiro presidente da República foram respectivamente
a)República Oligárquica e  Hermes da Fonseca  
b)República da Espada e Deodoro da Fonseca
c)República da Espada e Floriano Peixoto
d)República Oligárquica e  Prudente de Morais
e)República da Espada e Campos Sales.

2- A chamada “Política dos Governadores”, instituída a partir do governo de Campos Salles, caracterizava-se por:
a) permitir que a escolha do Presidente da República fosse resultado de um consenso entre os governadores e desta forma manter o grupo político no poder.
b) tornar os governadores um mero instrumento do poder do Presidente da República e impedir a formação de novas lideranças contrárias ao governo federal;
c) acordo político que consistia na troca de favores entre os governos federal, estadual e municipal para manter os grupos políticos no poder. 
d) tornar os governadores representantes de um federalismo liberal e democrático com objetivo de renovar as lideranças políticas;
e) promover, através dos governadores, a desarticulação das oligarquias locais e promover a renovação dos grupos políticos e lideranças locais.

3- "Não é por acaso que as autoridades brasileiras recebem o aplauso unânime das autoridades internacionais das grandes potências, pela energia implacável e eficaz de sua política saneadora das epidemias [...]. O mesmo se dá com a repressão dos movimentos populares de Canudos e do Contestado, que no contexto rural [...] significavam praticamente o mesmo que a Revolta da Vacina no contexto urbano". Nicolau Sevcenko. A revolta da vacina.
De acordo com o texto, a Revolta da Vacina, o movimento de Canudos e o do Contestado foram vistos internacionalmente como MOVIMENTOS :
a) provocados pelo êxodo maciço de populações saídas do campo rumo às cidades logo após a abolição.
b) retrógrados, pois as agitações provocadas por estes movimentos populares dificultavam a modernização do país.
c) decorrentes da política sanitarista de Oswaldo Cruz.
d) indícios de que a escravidão e o império chegavam ao fim para dar lugar ao trabalho livre e à república.
e) conservadores, porque ameaçavam o avanço do capital norte-americano no Brasil.


4- Os movimentos messiânicos eram mais comuns do Brasil do que imaginávamos. Além de Canudos, várias revoltas envolvendo seguidores destes movimentos eclodiram durante a primeira metade de século passado. Como o Messianismo foi possível?

a)Devido a concentração latifundiária, o estado de miséria dos camponeses, a prática do coronelismo e a forte religiosidade popular.
b)Devido unicamente a religiosidade do sertanejo que encontrava nas práticas do messias um conforto para a vida miserável que estava submetido.  
c)Devido ao grande poder dos líderes messiânicos cujo prestígio era medido pela quantidade de eleitores que controlasse conseguindo desta forma se eleger para os cargos políticos.
d)Em virtude do temor que as profecias dos beatos causavam à população mais pobre, preferindo resignar-se a vida de perigrinações e orações para salvação da alma.
e)Em razão do clima de insegurança que assolava o campo causado pelo banditismo obrigando a população mais pobre abrigarem-se nos movimentos messiânicos para se proteger.


5-O coronelismo foi uma peça importante da perversa engrenagem que impedia a representatividade política da maioria da população, principalmente a parcela da sociedade mais carente. Podemos definir o coronelismo como:

a)Sistema de poder cujo grupo político que alternava-se no poder federal como forma de garantir a manutenção dos privilégios aos seus respectivos Estados.
b)Sistema de poder que consistia na troca de favores entre o poder estadual e municipal a fim de garantir seus interesses políticos utilizando práticas fraudulentas para vencer as eleições.
c)Sistema de poder no qual o coronel era uma peça secundária e sua participação era ofuscada pela Comissão de Verificação, pois na prática era esta quem declarava os candidatos eleitos.
d)Sistema de poder baseado no coronel o líder político local, grande proprietário de terras que usava jagunços para formar os currais eleitorais, através de práticas de intimidação ao eleitor.
e)Sistema de poder político que arregimentava grande número de seguidores a partir de suas pregações religiosas que convenciam os mais pobres a se submeterem ao seu controle.


6- A Primeira República ou República Velha foi um período da História política do Brasil que se caracterizou pelo afastamento do ideal da República. O que deveria ser um governo para todos na prática era um governo de poucos. Sobre os fatos com os quais podemos caracterizar a Primeira República estão: 
I- Com o “voto de cabresto” os coronéis dominavam as clientelas rurais e manipulavam as eleições;
II- A política dos governadores consagrava a troca de apoio entre o governo federal e as oligarquias estaduais mantendo o mesmo grupo político no poder.
III- A política do café com leite foi o domínio da sucessão presidencial pelos grandes fazendeiros de Minas Gerais e São Paulo, principalmente os representantes dos cafeicultores paulistas, alternando-se na presidência da República.
IV- O Movimento dos Tenentes - o Tenentismo - que possuía caráter militar contribuiu para consolidar os governos da Primeira República.
V- As fraudes eleitorais eram exceção e não regra neste período, devido ao rigoroso trabalho de fiscalização do processo eleitorado efetuado pela Comissão de Verificação.

Assinale a alternativa verdadeira:
a) Apenas a alternativa I, está correta.
b) As alternativas I,II,III estão corretas.
c) As alternativas I,II,IV e V estão corretas.
d) As alternativas II,III e IV estão corretas.
e) Apenas a alternativa V está incorreta.   


7-Embora fossem movimentos ligados a questão agrária e a falta de justiça no campo Canudos e o Cangaço possuem finalidades distintas. Em relação a esta diferenciação dos objetivos do Cangaço e de Canudos podemos afirmar como correto que:

a)O cangaceiro tinha um fim social na sua prática, pois busca a posse da terra e a justiça social, saqueando e roubando dos ricos para doar aos pobres. Eram considerados os justiceiros pobres.
b)O cangaceiro não tinha nenhum fim social na sua prática, não busca a posse da terra e tampouco a justiça social. Luta simplesmente pela sobrevivência praticando a violência.
c)O cangaceiro é um tipo de bandido social que procura aplicar a justiça contra os desmandos dos poderosos no sertão nordestino.
d)Canudos não tinha nenhum fim social na sua prática, não busca a posse da terra e tampouco a justiça social. Luta simplesmente pela sobrevivência praticando o fanatismo religioso.
e)Canudos tinha um fim social, mas não busca a posse da terra apenas a justiça social mesmo que fosse alcançada por métodos violentos justificados pelo fanatismo religioso.


8- Sobre a Revolta de Canudos, assinale a alternativa INCORRETA.
A) O seu principal líder foi Antônio Conselheiro.
B) Os sertanejos de Canudos lutavam contra a injustiça e a miséria persistente na região.
C) Caracterizou-se como um movimento de caráter messiânico.
D) A Guerra de Canudos foi tema do livro “Os Sertões”, do escritor Euclides da Cunha.
E) Os revoltosos de Canudos receberam apoio incondicional dos coronéis da região.


9) Os vaqueiros e os peões do interior escutavam o Conselheiro em silêncio, intrigados, atemorizados, comovidos... Alguma vez, alguém o interrompia para tirar uma dúvida. Terminaria o século? Chegaria o mundo ao ano 1900? Ele respondia (...) Em 1896, mil rebanhos correriam da praia para o sertão e o mar se tornaria sertão e o sertão mar (...). Mario Vargas Llosa
O carismático Antonio Conselheiro, de que fala o texto acima, liderou a Revolta de Canudos em 1897. Podemos apontar como principais fatores da revolta:
a) o crescimento e a modernização da economia nordestina.
b) o apoio incondicional do sertanejo à Monarquia.
c) a impossibilidade de adaptação do sertanejo aos valores republicanos.
d) o abandono em que vivia o sertanejo, o coronelismo e a luta pelo acesso à terra.
e) a oposição contra a Igreja Católica, aliada dos monarquistas.


10) (UFRJ97)- “Canudos ficava num cenário que lembrava as paisagens descritas na Bíblia: uma região árida repleta de caatingas, rodeada por cinco serras ásperas e atravessada por um rio, o Vaza-Barris. Decidido a permanecer naquela autêntica fortaleza natural, e isso não deve ter escapado à percepção de Conselheiro, ele e seu grupo entraram em ação para construir uma comunidade onde estivessem livres do incômodo das autoridades religiosas católicas e políticas, bem como das leis republicanas, dos "coronéis", dos juízes, dos impostos, da justiça arbitrária, da política etc”.
(COSTA, Nicola S. Canudos – Ordem e Progresso no Sertão. São Paulo, Moderna, 1990.)
O movimento de Canudos (1896-97), liderado pelo beato Antônio Vicente Mendes Maciel, o "Antônio Conselheiro", no sertão nordestino, é um dos mais conhecidos exemplos de movimentos místico-populares que marcou o início da República no Brasil. As problemáticas sociais que deram vida àquele movimento permanecem, até hoje, em grande parte sem solução.
A) Cite e justifique dois motivos pelos quais o povoado de Canudos incomodava as "autoridades políticas locais e religiosas".

Respostas: 1-b,2-c,3-b,4-a,5-d,6-b,7-b,8-e,9-d.
10) - Permitir o acesso a terra e combater a injustiça.
Ao permitir o acesso a terra a experiência de Canudos acabava na prática com a dependência dos sertanejos aos favores do coronel destruía o esquema de manutenção do poder das elites políticas ao reagir em relação a sujeição da população pobre ao mando dos coronéis e padres representantes do poder vigente.

119 comentários:

  1. Muito grato Sr Prof. Grande valia! Quem dera tivesse mais facilitadores no ensino como o Sr.

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  2. tem certeza que a 7 e B?

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    1. Sim Edilane a resposta da 7 é a letra "B". Fiz algumas considerações a este respeito e volto a reafirmar a convicção de que o cangaceiro era um bandido a serviço dos poderosos. A fim de referendar minha opinião transcrevo um trecho da matéria da Revista de História da RHBN sobre o papel do cangaceiro:
      "Para a historiadora Luitgarde Cavalcanti, a mitificação de Lampião é um absurdo histórico a ser corrigido urgentemente. “Ele só conseguiu permanecer 22anos praticando seus crimes porque servia à classe dominante. O êxodo provocado por Lampião refez o latifúndio no sertão nordestino. Enquanto foi vivo, ele não era mitificado pelo povo. Até o início dos anos 1960, nenhum cordel dizia que Lampião teria ido para o céu; ele sempre aparecia no inferno”, diz ela. Tanto que o coronel Lucena Maranhão, o homem que matou o pai do cangaceiro e mais tarde liderou a caçada que resultou na morte do próprio Lampião (1938), entrou para a história alagoana como benfeitor público. “Haja festa no sertão/ Dê viva todas pessoas/ Que a polícia de Alagoas/ Apagou o Lampião”, celebrava o poema popular de Manoel Neném. Lucena elegeu-se deputado estadual em 1951 com grande votação, e dois anos depois foi o primeiro prefeito eleito de Maceió.
      Então, quando, e por obra de quem, surgiu o Lampião fictício, bravo guerreiro de um Brasil miserável? A pesquisadora aponta origens bastante distintas para essa deturpação. Em primeiro lugar estão os que participaram ou se beneficiaram do cangaço. Os irmãos Melchiades e Ezequias da Rocha, por exemplo, descendiam de “coiteiros” de Lampião – gente que ajudava os cangaceiros a se esconder e os apoiava com serviços variados. Aos Rocha soava bem melhor ter ancestrais ligados a um “justiceiro” do que serem conhecidos como protetores de bandidos. Eis porque, a partir dos anos 1940, o jornalista Melchiades, repórter de A Noite, passou a defender um novo olhar sobre o cangaço, enquanto o senador e médico Ezequias compunha cordéis sob o pseudônimo de Zabelê. Trazem sua assinatura os primeiros versos conhecidos em que Lampião tem seus atos legitimados pela corrupção reinante.
      A versão de que Lampião simbolizava um certo ideal de justiça social atendia a vários interesses. Até mesmo para os potentados regionais da política e da Justiça, as vestes de caçadores do justiceiro deviam servir melhor do que a revelação de conluios com criminosos. No outro extremo dos embates políticos, o novo Lampião caía como uma luva para a propaganda comunista no Brasil, como exemplo de “herói camponês” – a Internacional Comunista chegou a pensar em recrutá-lo como guerrilheiro revolucionário. Nos anos 1960, quando sobreveio a ditadura e a esquerda se aferrou a símbolos da libertação popular, não havia mais dúvidas sobre quem teriam sido os vilões e os heróis nos combates entre cangaceiros e a polícia corrupta dos coronéis. Some-se a tudo isso a liberdade poética de cordelistas e cantadores, tendo à mão o apelo dramático de personagens altamente simbólicos e já distantes no tempo. Receita pronta e infalível para o nascimento do bom bandido. Então criou-se no imaginário popular que o cangaceiro era o "bandido bom"(sic) e parte desta construção deve-se a alguns historiadores da corrente marxista, socialista entre os quais encontra-se Hobsbawn.
      Com Bandidos, lançado no Brasil em 1975, Hobsbawm faz uma viagem panorâmica por diversos exemplos de “bandidos sociais” ao redor do mundo, procurando embasar esse novo conceito segundo critérios socioculturais aproximativos. O livro virou referência, para o bem e para o mal: criticado por muitos, mas obrigatoriamente citado desde então. O contexto de atuação dos bandidos sociais de Hobsbawm se relaciona com a era moderna – a partir da formação dos estados nacionais e do controle dos territórios por poderes centrais – e se dá sempre na área rural.

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    2. Existe uma lógica nessa leitura histórica, contudo, a letra 'b" ao dizer que "não houve nenhum fim social", que não houve questões relacionadas a "posse da terra" e que lutaram "simplesmente" pela sobrevivência, desqualifica e simplifica por demais esse movimento histórico, entendo que saiu de um extremo, lampião herói e caiu no extremo lampião bandido. Existem várias leituras que demonstram questões sociais nos movimentos do cangaço, afirmações gerais não cabem bem na história, as palavras, "nenhum" e "simplesmente", descambam pra isso.

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    3. Gostaria de ressaltar também o fato de a historiadora Luitgarde Cavalcanti apontar a eleição de Lucena Maranhão como prefeito como sinonimo de aceitação desse sujeito histórico dentro de uma vertente positiva, ora eleições no Brasil geralmente não são sinônimos da expressão popular ou da maioria, fraudes, compra de votos, busca de vantagens pessoais, investimento no processo eleitoral, enfim, mil questões podem responder porque certo candidato foi eleito e outro não, e o fato de ter matado lampíão pode ser uma delas, não necessariamente o que explica a vitória em uma eleição.

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    4. O debate é longo e gera muitas leituras, nesse sentido, entendo que a banca deveria anular essa questão, pois a historiografia de vertente marxista propõem uma leitura, já a historiografia oficial trás outra leitura sobre o processo, seria um equivoco então privelegiar uma em detrimento de outra.

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    5. Prezado Fabiano, agradeço sua importante participação. Entretanto existem esquinas na História nas quais precisamos nos posicionar, se certo ou errado, na minha ótica o importante é termos uma opinião, de preferência com o devido embasamento sobre o tema. Não comungo a proposição de que ter uma opinião firmada desqualifique e simplifique o debate, neste caso, o fato histórico sobre o tema Cangaço, é uma argumentação tipicamente retórica. Em determinadas situações, como esta sobre o Cangaço, ficar em "cima do muro" e deixar de se posicionar claramente, não trazem contribuições à matéria História. Aqui neste ambiente virtual é proporcionado o espaço para os participantes colocarem seus pontos de vista. É fato que existem várias leituras para o tema, mas não deixei de postar nenhuma outra posição divergente da minha, portanto é exagero mencionar que houve privilégio desta ou daquela corrente de pensamento. Trata-se de um ponto de vista (do meu ponto de vista) e como tal está passível de contestações e muitas interpretações, entendo estas interpelações como parte do processo de construção do conhecimento, isto em razão da História não possuir o "aspecto fechado e acabado" (grifo meu) como nas denominadas ciências exatas. Acredito que como você mencionou "afirmações gerais não cabem bem na História", assim como adotar a postura de relativizar não cabe, também comungo da opinião de que ficar descolado em relação ao posicionamento em determinadas situações não fazem bem à História. A teoria Marxista aplicada a historiografia tem seus pontos vulneráveis e brechas, importante ressaltar a inestimável contribuição e sua aplicabilidade na explicação de muitos fatos históricos por permitir o encaixe com louvor no processo de construção da História, entretanto em relação ao tema em questão (Cangaço) e mais especificamente sua função social, não consegui encaixar a explicação pela ótica marxista, pois apresenta-se muito solta e sem cimentação. Partilho de sua afirmação de que o debate é longo e gera muitas leituras, esgotar todas as suas vertentes dos pontos de vista demandaria um bom espaço de tempo, mas este é o bacana da História propiciar debates sobre um tema sem ter o objetivo de dogmatizar.

      Cordiais saudações.
      Fernando.

      Ps: Desculpe pela forma aligeirada que tratei esta questão é que estou em trânsito lhe respondendo de uma sala de embarque a partir de um celular........ é estafante digitar tanto. Acredito que teremos outra oportunidade para debater mais este assunto. A propósito gostaria, se possível, que contribuísse com textos, artigos que demonstrem a função social do cangaço.

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    6. A 7 é sim "b", pois o cangaceiro lutava apenas pela sua sobrevivência e por vingança, não procurava de nenhuma forma a justiça social. Como o caso de Lampião, que virou cangaceiro por ter sua família morta em sua frente. Então procurando vingança, entrou no cangaço cobrando impostos tanto de ricos como de pobres !!

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  3. OBRIGADO PELO MARAVILHOSO EXERCÍCIO. VALEU!!!

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  4. to com fome quero leite

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  5. ADOREI ESSAS QUESTÕES.FORAM BEM FORMULADAS

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  6. Em relação a resposta da questão 7 a resposta é mesmo a letra "b": O cangaceiro não tinha nenhum fim social na sua prática, não busca a posse da terra e tampouco a justiça social. Luta simplesmente pela sobrevivência praticando a violência.

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    1. esta errado essa visão, o principal grupo do cangaço tinha sim uma visão social,
      mesmo sendo uma ideologia violenta

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    2. Prezado Luiz Felipe, por favor esclareça de que forma esta "visão social" do cangaceiro era praticada?

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  7. meu amei ,mim ajudou muito obg aê

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  8. Eu Também agradeço muito pelas questões!
    ajudou-me bastante.

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  9. qual e a resposta do 8?

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  10. qual é a 2 ?
    a 3 a 4 a 5 a 6 ? alguem responde pf !!

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  11. A sete ta errada os cangaceiros lutavam pela justiça siim, pois Lampião, que era considerado o rei do cangaço, fazia aquilo para se vingar por causa da morte do seu pai.

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    1. Prezado Anônimo, discordo deste esteriótipo folclórico que ao longos dos anos atribui-se ao bando de Lampião. Virgulino Ferreira foi um fora da lei, tão bandido quando os atuais traficantes das favelas que silenciam os moradores dos morros através da intimidação das armas ou tão cruel quanto os bandos armados modernos que assaltam bancos e causam terror em cidades do interior do Brasil. Se optarmos por fazer justiça com as próprias mãos por causa da morte de um ente querido então este país torna-se-ia uma nação a beira de uma guerra civil e rasgaríamos a lei. Injustiças sempre existirão,a sociedade não é perfeita e muito menos a lei, mas isso não significa que é legal pegarmos em armas para matarmos e vingarmos com sangue a morte de um parente. Lampião e seus comparsas torturaram, violentaram mulheres e promoveram uma série de barbáries pelo sertão nordestino, principalmente contra os pobres e indefesos. Procure na biografia de Lampião um coronel ou rico fazendeiro que ele tenha matado? Não encontrará porque simplesmente não existe. Nem o seu maior desafeto, aquele que matou o seu pai ele conseguiu vingar. A maioria dos assassinatos realizados pelos cangaceiros foram contra os pobres e miseráveis que não tinham com se defender da sanha de violência. Lampião era um justiceiro a serviço de quem lhe pagasse e desse cobertura contra a polícia. Isto é atitude de alguém que luta por justiça? Não, isto é banditismo!!

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    2. É banditismo sim, banditismo social. Não são poucos os relatos de que Lampião praticava o "bem" social para com as pessoas em alguns casos. Achei a questão muito confusa e pouco edificante.

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    3. Respeito a sua opinião, mas discordo desta ilusão de que bandido pratica o bem por razões sociais e mais, não foi o caso de Lampião. Bandido é bandido tanto no sertão do Brasil quanto em Nova Iorque. No fundo o cangaceiro não tinha consciência e não desenvolvia um papel social em relação ao problema da posse da terra, o cangaceiro não lutava pela terra e sim por sua sobrevivência. Grosso modo os bandos de cangaceiros que vagavam pelo sertão tinham como estratégia associar-se aos poderosos e oferecer como moeda de troca pela acolhida os "serviços" de violência.

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  12. cara isso me ajudou muiiitoo

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  13. ótimo, muito obrigada!

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  14. gostaria de entender melhor a questão nº07

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    1. O propósito da questão é averiguar a capacidade crítica do aluno no que diz respeito aos objetivos distintos de Canudos e do Cangaço. Embora ambos tenham ocorrido no sertão nordestino o foco de atuação de cada um deles é diferente. Enquanto o movimento de Canudos foi voltado mais à luta pela posse da terra que de alguma maneira intuitiva ou não, socializou o acesso a terra como forma de emancipação daqueles que viviam em situação de dependência das elites da região. Diferentemente, o cangaço caracterizou-se mais como uma forma de sobrevivência que alguns, em geral os jovens, escolheram trilhar pelo caminho da violência. No fundo o cangaceiro não tinha consciência e não desenvolvia um papel social em relação ao problema da posse da terra, o cangaceiro não lutava pela terra e sim por sua sobrevivência. Grosso modo os bandos de cangaceiros que vagavam pelo sertão tinham como estratégia associar-se aos poderosos e oferecer como moeda de troca pela acolhida os "serviços" de violência.

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  15. estou em duvida sobre o q o professor me explicou e esse execicio

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  16. pessoal estou precisando muito de ajuda hj td sobre esses assuntos minha prova é a amanha se tiver alguem online ae eu passo o msn e la vcs me ensinam blZ.

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  17. tinha que ter as respostas

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  18. Olá! As respostas estão no final! Vc verificou?

    Abraços

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  19. obrigada valeu pelos exercicios tava precisando de uma ajundinha rsrsrrsbigadoooooooooooooooooooo

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  20. Valeu!!!!!!!! Tudo de bom, quando usamos os meios corretos de comunicação.

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  21. Obrigado pelo exercício, a internet precisa de mais blogs de ensino.gostei do que falou sobre os cangaceiros.valeu!

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  22. aiai, que dó, queria mesmo era perguntas abertas, não fechadas :/

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  23. Sendo as Revoltas de Canudos e Contestado, movimentos urbanos, ocorridos em tempos e espaços diferentes e contendo características entre si iguis mas também diferentes, o que as personaizam e diferenciam também da Revolta da Vacina, uma revolta urbana, como podem ter seu eixo num mesmo projeto de saneamento feito por Oswaldo Cruz, se o projeto dele é posterior a pelo menos uma delas, que foi Canudos?

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  24. Vamos colocar os pontos nos "is". Primeiro: Canudos e Contestado foram movimentos rurais, o primeiro ocorrido no sertão da Bahia e o segundo no interior, entre Estados do Paraná e Stª Catarina. Quanto às características dos respectivos movimentos, evidente que tinham particularidades, embora ambos caracterizassem por ser: movimentos messiânicos, estivessem ligados à questão da terra e ocorridos no interior do país, etc.
    Segundo, não entendo o sentido da pergunta quando relaciona sobre o "eixo no mesmo projeto A Revolta da Vacina (que foi urbana) e Canudos (tipicamente rural)". Realmente não existe relação de uma com a outra considerando o eixo "projeto de saneamento" de Oswaldo Cruz. Tente reformular a pergunta, por favor.
    Grato
    Fernando

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  25. queria saber o porquê na 7 não ser letra "c"?

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    1. Em virtude do trecho "bandido social" aplicar justiça. Esta é uma falácia que muita gente boa ainda acredita ser correto aplicar o conceito de "bandido social". Já fiz comentários sobre este assunto em posts anteriores.
      Este termo, bandido social, foi criado principalmente nas décadas de 70 e 80 época em que maioria dos historiadores no Brasil adotavam a corrente marxista para embasar a teoria histórica através da qual justificavam que a culpa da violência, miséria e tudo de ruim que afetasse o cidadão era culpa do sistema capitalista. A partir deste conceito ideológico o mito de Robin Wood,bandido social, foi associado aos cangaceiros como vítimas do sistema capitalista, não lhe atribuindo toda a culpa pelos atos que cometeram. Portanto em razão desta guerra ideológica (socialismo x capitalismo) criou-se o mito do bandido social que na minha ótica é um termo superado e em desuso pelos historiadores. Bandido social é mito, como bem foi Robin Wood.

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  26. a resposta da 9 questão é a letra d.

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    1. OW DEIXA EU TE DAR UM TOQUE ... NÃO HAVIA ALTERNACIA ENTRE PRESIDENTES DA REPUBLICA DE MG-SP...SE VOCE OBSERVAR TIVERAM CARIOCAS - GAUCHOS - PERNAMBUCANOS - MINEIROS E PAULISTA..NÃO HAVIA ALTERNANCIA...
      VLW

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    2. Esclarecendo. Claro que a presidência não foi exercida somente por SP ou MG. Observe o contexto da alternativa apresentada e a pergunta da questão. Entenda que a presença do termo "caracterizava" na pergunta não significa que foi "exclusivamente" presidentes de SP e MG e mais, o termo "cafeicultores" é fundamental fechar a análise, lembremos que na verdade eram os candidatos deste influente grupo social na época e não o estado natal do presidente. Alargando mais um pouco a curiosidade sobre o assunto, dos 11 presidentes civis do período conhecido como República das Oligarquias ao todo sete foram paulistas ou mineiros:
      Pudente de Morais - Paulista, Campos Sales - Paulista, Rodrigues Alves - Paulista, Afonso Pena - Mineiro, Wenceslau Brás - Mineiro, Delfim Moreira - Mineiro, Arthur Bernardes - Mineiro.
      Ainda tivemos Nilo Peçanha - Fluminense, Hermes da Fonseca - Gaúcho, Epitácio Pessoa - Paraibano e Washington Luís - Fluminense. No caso específico deste último embora tenha nascido no Rio de Janeiro, mas sua vida política foi construída em São Paulo. Portanto Washington Luís foi o candidato dos cafeicultores paulistas. Exceto Epitácio Pessoa todos os demais construíram sua vida política em SP ou MG.
      Esclarecimentos feitos observa-se que havia em geral uma alternância (sem ser de maneira consecutiva) entre SP e MG para ocupar a presidência quando se tratava da política do café com leite.
      Valeu!!

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  27. A questão 3 eu não entendi por que a resposta é a b ,me respondi ?

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  28. muito bom adoreiiiii kkk nossa prova vai ter questoes iguais affs kkk lol

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  29. qqqqqqqqq cahato!!!!!!!!!!

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  30. Oi sei que vc não deve ter muito tempo pois este blog deve dar muito trabalho... Mais vc ja pensou em postar video aulas no you tube? Muitos necessitam de uma ajuda extra como eu... se ainda não pensou... pense nesta possibilidade... Gostei de ver o seu trabalho... Muito bem elaboradas as questões...obrigado...

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    1. Olá Fagner. Realmente dá trabalho. Sua sugestão é ótima. Estou avaliando a possibilidade.

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  31. As questões são ótimas! Também gostei muito dos esclarecimentos, mostram que realmente sabe o que diz.
    Parabéns!

    (Déborah Silva/Teresina-PI)

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  32. mto bom... me ajudou mto!

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  33. Lucinalva/Joao Pessoa-PB31 de julho de 2012 08:59

    Gostei muito das questoes e segurança nos esclarecimentos.Obrigada pela ajuda!

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  34. muto boa essa atividade.Faço o curso de história pela unopar e estou np 6 periodo.ADOREI ..............

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  35. muito legal seu exercicio serviu bacana para exercitar meus conhecimentos

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  36. muito boa as questoes,parabens, porem a questão 7 pode causar muita divergencia eu ja escutei de muito professor de história que o cangaço é caracterizado como o banditismo social.

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    1. Sim vc tem razão, ainda persiste esta afirmação. Muitos professores ainda adotam este termo(ao meu ver equivocado)bandido social criado por uma corrente de pensamento nas décadas de 70 e 80 época em que maioria dos historiadores no Brasil adotavam a corrente marxista para embasar a teoria histórica através da qual justificavam que a culpa da violência, miséria e tudo de ruim que afetasse o cidadão era culpa do sistema capitalista. No caso dos cangaceiros considero um equívoco justificar a ação destes motivada unicamente pelo viés do sistema capitalista. É muito simplista, mas a historiografia evoluí e esta "tese" esta caindo em desuso.
      Valeu pela participação!!
      Fernando

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  37. Acertei quase todas, exceto a 10 e a 7, tava em dúvida entre B e C e no fim arrisquei C

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  38. Exercío muito bom! Parabéns pelo trabalho. Mas, fiquei em dúvida na 7, achei que fosse a letra "c". Falarei com o meu professor, e retorno aqui para expor a opinião do mesmo.
    Abrçs
    Karine Lisboa (Belém-PA).

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    1. Olá Karine, agradeço a sua participação. Esta questão 7 é muito polêmica mesmo, pois sejam alunos ou professores têm olhares diferentes sobre a questão, cada qual com o seu ponto de vista ideológico, claro!. Entretanto o termo "bandido social", na minha ótica e para maioria dos historiadores, está caindo em desuso por ser em essência fruto de uma incoerente denominação forjada entre as décadas de 70 e 80, conforme já explicada em posts anteriores.
      Abraços

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  39. Olá, professor! Eu disse que retornaria! Bom, no ponto de vista do meu professor, como você disse, para alguns historiadores o Cangaço é visto como banditismo social, e para outros, não. Para ele, em alguns casos, os cangaçeiros praticavam o bem social. Em outros, aqueles utilizavam da violência para sobreviver. Eu, particularmente, concordo com ele. No entanto, são diversos pontos de vista aceitáveis. Se vier no ENEM uma questão parecida com essa, como devo fazer?
    Karine.

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  40. Prezada Karine. Acredito que por segurança o ENEM não abordará a questão por este viés em razão de não haver consenso da historiografia a respeito. Abrindo margem para candidatos contestarem através de recurso a validade da questão. Contudo, é possível abordar o tema de outra maneira. Por exemplo, relacionar a ausência do Estado naquela época no sertão nordestino no que diz respeito a levar a Justiça ao campo com a atuação dos cangaceiros vistos como justiceiros. Esta lacuna deixada pelo Estado era preenchida pelo cangaceiro ou bandoleiros que se tornaram no consciente coletivo da população (principalmente os miseráveis) a única referência de justiça. Mas lembre-se que estes justiceiros praticavam a sua própria visão de justiça. O importante é que você consiga compreender qual o sentido da pergunta para interpretar corretamente a questão. Então desejo-lhe boa sorte no ENEM.

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  41. obrigadaa..me ajudoou d++++

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  42. Professor parebéns incrivel seu trabalho e sua consideração em responder cada duvida,eu tenho uma me disseram q a principal causa da guerra de canudos foi o caso q queriam q voltasse a monarquia mais uma questão a 9 por exemplo eu pensei q fosse a letra b ou c mais é a D pq ?
    Eduarda

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    1. Prezada Eduarda,
      A historiografia pode explicar/abordar um determinado acontecimento por vários ângulos, ou seja, a História será contada a partir do olhar do autor. No caso de Canudos, uma revolta que teve repercussão internacional (visto que jornais da Europa noticiaram o fato e alguns correspondentes, como foi o caso de Euclides da Cunha, deslocaram-se até a região para realizar a cobertura jornalística da guerra) motivo mais que suficiente para o governo "republicano" do Brasil, na época, utilizar a força do seu poder institucional para abafar o caso e evitar mais desgastes políticos fazendo prevalecer como versão oficial a visão do vencedor. Por conta disto durante muito tempo a Guerra de Canudos reproduzida nos livros de História ficou conhecida pela grande maioria dos brasileiros através da versão do governo: “Uma revolta promovida por um bando de fanáticos liderado por um beato messiânico que desejava o retorno da monarquia e o fim da república”. Esta foi a versão oficial que prevaleceu até a historiografia mudar o "rumo da prosa", reinterpretando as fontes como “Os Sertões”, obra prima de Euclides da Cunha e alguns outros documentos. A partir deste outro olhar a visão histórica procura abordar aspectos mais subjetivos, contudo fundamentais para entender o processo de construção do fato histórico efetuando questionamentos tais como: em qual contexto viviam aquelas pessoas, em quais condições e quais motivações teriam para iniciar tal movimento? Utilizando a crítica das fontes, os historiadores chegaram a conclusões diferentes e mais próximas da realidade do que a versão oficial do governo da Primeira República, no caso da constatação do abandono em que vivia o sertanejo uma parcela sofrida da população brasileira que não tinha amparo nem social, nem da justiça, nem econômico do Estado brasileiro. O papel do coronelismo como peça de coação e violência sobre a população miserável, amordaçando àqueles que lutavam por direitos e melhores condições de vida. Além da intensa e desleal luta pelo acesso à terra (esta que é a base do contexto do evento no sertão nordestino). Conclui-se que a versão oficial serviria aos propósitos políticos e aos interesses do Estado brasileiro, mas não era essa a História real. Por este motivo é que você pensou que as letras "b" e "c" estão corretas, mas a letra "d" é que responde corretamente a questão.
      Sugiro que assista ao filme “A Guerra de Canudos” de Sérgio Resende (1997) com José Wilker, Paulo Betti e Marieta Severo entre outros, trata-se de uma produção muito bem feita e na linha da História crítica. Além de diversas obras sobre o tema, tenho observado que os vestibulares comumente usam trechos da obra de Mario Vargas Llosa, autor peruano, que escreveu “A Guerra do Fim do Mundo” um romance com dimensão histórica cuja pesquisa para construir a trama, segundo o autor, foi a partir da obra “Os Sertões” (de leitura densa, mas fundamental).
      Espero que tenha lhe ajudado.
      Abraços
      Fernando.

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  43. JA QUE TA TODO MUNDO SI AJUNDANDO,DA PRA MI FALA QUAL A RESPOSTA DA 10?

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  44. Prezado, observe que a resposta encontra-se logo após a questão.

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  45. prof. o que são movimentos messiânicos?

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    1. Considera-se como movimento messiânico, aquele que é comandado por um líder espiritual, um "messias", a partir de suas pregações religiosas passa a arregimentar um grande número de fiéis, numa nova forma de organização popular, que foge as regras tradicionais e por isso é vista como uma ameaça a ordem de poder constituída ou seja choca-se com os interesses dos líderes políticos locais - os coronéis. Esses movimentos tiveram importância em diversas regiões do país; no interior da Bahia em Canudos, liderado pelo Antonio Conselheiro, em Juazeiro do Ceará, liderado pelo Padre Cícero, no interior de Santa Catarina e Paraná, liderado pelo beato João Maria.
      Como o messianismo foi possível ? Devido a algumas condições objetivas como a concentração fundiária, a miséria dos camponeses e a prática do coronelismo, e por condições subjetivas como a forte religiosidade popular e a ignorância. Os grandes grupos sociais (a massa popular miserável) que acreditaram nos messias e os seguiram, procuravam satisfazer suas necessidades espirituais e ao mesmo tempo materiais.

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  46. fiquei em dúvida na questão de número 6 por causa de interpretação. Está escrito "pelos cafeicultores de São Paulo e de Minas Gerais", não foram cafeicultores apenas de SP?

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    1. Prezado Daniel, verificando a redação da questão percebi que sua obervação faz sentido, realmente dá a impressão ao leitor de que foram somente os cafeicultores de São Paulo e Minas, quando em verdade foram os grandes fazendeiros(tanto de SP quanto de MG), principalmente os cafeicultores de São Paulo. Vou adequar o texto da questão. Obrigado por sua participação. Grande Abraço
      Fernando

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  47. Respostas
    1. Prezado Anônimo, sinto pelo Blog não ter correspondido às suas expectativas, mas gostaria que opinasse o que poderíamos aprimorar para lhe atender?

      Saudações
      Fernando

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  48. Professor seu trabalho é excelente, ajuda a elucidar todas as dúvidas postadas com comentários embasados e muito bem construidos. Obrigada por tudo: seu tempo, questões bem elaboradas, sua perspicácia, sua atenção ao comentar os pedidos feitos. Blog precioso para alunos e colegas. Abraços, luz e energia pra você. Márcia.

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    1. Obrigado Márcia, agradeço as suas considerações e aproveito a ocasião para lhe desejar Boas Festas com muita paz e saúde. Continue participando do Blog.
      Abraços
      Fernando

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  49. Amei, perfeito, ótimo, esta me ajudando bastante nesse período de provas! Graças a Deus achei este site!!!!!

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  50. AMEI AS QUESTÕES FORAM BEM FORMULADAS

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  51. Olá professor! gostei muito das suas questões e de como você responde as dúvidas do leitores com atenção... você pode me explicar um pouco mais sobre a questão 10? não entendi muito bem porque os motivos eram aqueles que vc colocou na resposta. obrigada pela atenção e parabéns pelo seu ótimo trabalho aqui! Valentina

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    1. Olá Valentina. De forma geral podemos apontar que entre os motivos que mais incomodavam os interesses dos políticos e fazendeiros locais era a possibilidade de permitir o acesso a terra e o combate a injustiça.
      Ao permitir o acesso a terra a experiência de Canudos acabava na prática com a dependência dos sertanejos aos favores do coronel e destruía o esquema de manutenção do poder das elites políticas ao reagir em relação a sujeição da população pobre ao mando dos coronéis e padres representantes do poder vigente. Ao mesmo tempo era uma forma de minimizar as injustiças contra a população pobre a medida que esta percebia não precisar mais dos favores dos coronéis, bastando ter o acesso à terra.
      Espero ter esclarecido sua dúvida.
      Abraços
      Fernando

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  52. qual a resposta da 5????

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  53. minha professora imrimiu isto e nos deu como trabalho... sera q eu tiro dez?? kk

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  54. anônimo 25 de abril de 2013 19:44



    minha professora deu esse trabalho em cima da nota da prova, que esperta!!!!!!!kkkkk

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  55. resposta da numero 4

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    1. Resposta do 4 é a letra "a" = Devido a concentração latifundiária, o estado de miséria dos camponeses, a prática do coronelismo e a forte religiosidade popular. Estes conjunto de fatores atuarem no processo da construção do messianismo.

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  56. muito obrigado professor, vc ajuda a todos que buscam ser alguém na vida!

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  57. Excelente blog. Obrigado pelo apoio, está me ajudando muito no 1º período de Direito.

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  58. Inicialmente como foi chamado canudos?

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  59. bem eu acho que essa 7 questao tanto faz ser letra (a) quanto letra (b) vai da pessoa, se ela acreditar que eles foram bandidos está certo e se ela acreditar que eles foram justiceiros também ta certo, A HISTORIA DO CANGAÇO É IGUAL A DOS BANDEIRANTES , tem duplo entendimento

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  60. Achei as perguntas Boas, o ruim é que eu nn sei qual a resposta correta com toda essa confusão'

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  61. Prezado,as respostas encontram-se sempre no final, após a ultima questão.

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  62. Muiiito Boom.. me ajudou muito .. so descordo da resposta de questão de número 07 :/
    fora isso, gostei :)

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  63. Acertei 9 questões, errei a 7, tb tive duvidas a respeito..Obrigada! Ajudou bastante.

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  64. BOM DIA PROFESSOR .
    ADOREI SEU TRABALHO E ME AJUDOU MUITO.

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  65. qual e a resposta da 1 e 6 ??

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    1. As respostas estão no final da lista de exercícios.

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  66. Aoonde está a resposta da 10 no livro do 9º Ano' Ficareei Grata se respondeer aiinda hoje! Que é para amanhã ;P

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  67. Prezada a resposta da questão 10 está no final junto da postagem.

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  68. Adorei o blog, parabéns pelo trabalho!

    E em relação as vídeo aulas? :3

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  69. muito bom esse artigo!

    seria melhor se fizesse comentários sucintos nas respostas, para nao gerar tantas dúvidas, como ocorrera na questão 7. Parabéns pelo trabalho e pela atenção com seus internautas!

    Caso tenha tempo, tenho algumas duvidas e gostaria de saná-las. meu contato WhatsApp 9391801936

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    1. Grato por sua participação e pelas palavras de incentivo, mas permita-me discordar com relação a sugestão de utilizar "comentários sucintos para não gerar dúvidas", acredito que a dúvida é a essência do conhecimento, sem a dúvida os debates provavelmente não existiriam, é através da dúvida que enriquecemos os conceitos e consequentemente a diversidade de opiniões. Observe a importância da dúvida, ela está presente no seu próprio post. Por acaso se as respostas fossem sucintas não teríamos a oportunidade de trocar opiniões. Entende o ponto de vista meu caro!
      Grande abraço

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  70. Eu tenho uma dúvida:
    Na República Velha (1889 - 1930) os trabalhadores das fazendas dos "coronéis" não eram mais os antigos escravos que a lei da
    Abolição libertou, mas sim camponeses, eles eram livres perante a lei, mas na prática, sofriam vários abusos, como o voto de ca-
    bresto, eu pergunto:
    Quem eram esses camponeses "livres" das fazendas dos "coronéis" na República Velha:
    1º os imigrantes europeus que vieram substituir os escravos ?
    2º os ex-escravos ?
    3º gente daqui do Brasil mesmo ? (pessoas "brancas" e pobres brasileiras...)
    Quem eram eles ???

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  71. Prezado, infelizmente não posso informar o percentual de cada grupo que formava a população campesina no Brasil, pois não possuo dados estatísticos confiáveis. Não tenho como precisar qual a quantidade de população de imigrantes que fazia parte do grupo de explorados.A título de exemplo permita-me fazer um recorte neste universo da população campesina brasileira por região, no caso específico da população sertaneja do Nordeste. Em geral estima-se que esta população era constituída de ex-escravizados, brancos, mulatos e mestiços pobres, além de índios que perderam suas terras. Este último grupo, os povos indígenas, foram os mais prejudicados pela sanha por terras dos latifundiários em razão da mudança de olhar sobre os povos indígenas. Passaram a ser chamados de indígenas misturados em razão de se miscigenarem com grupos não indígenas. Assim, seus descendentes não eram mais considerados índios e sim sertanejos pobres, pois perderam suas raízes culturais e costumes dos seus antepassados indígenas, portanto ficava fácil justificar a expropriação das terras pelos latifundiários.
    Em geral a depender da região os grupos que formavam o campesinato no Brasil no período da República Velha eram formados, por ex-escravizados, brancos e mestiços pobres, além dos indígenas.
    Abraços
    Fernando

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