quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - A ERA DAS REVOLUÇÕES - RESUMO

Manifestante pinta a cara e protesta contra o governo. A tempestade de manifestações populares varre a região.














Introdução. 
Reflita um pouco!!
Atualmente assistimos uma onda de revoltas populares no Mundo Islâmico.
Dois paises, a Tunísia e o Egito, ambos localizados no norte da África e de população predominantemente muçulmana, foram palco de manifestações populares que provocaram mudanças no poder político. Diante da pressão  popular sobre aos ditadores que estavam no poder a várias décadas não restou outra opção senão renunciar. Alguns especialistas já admitem o "efeito dominó" em andamento na região, mas quais são os ingredientes que "fritaram" o poder de duas tradicionais lideranças políticas?
Entre os indicadores da convulsão que se alastra pelo Mundo Islâmico podemos apontar fatores como altos índices de desemprego, governos repressores sem representatividade social e uma população jovem de  nível universitário, com acesso a internet, sem perspectivas e insatisfeitos com a dura realidade que são obrigados a viver. Segundo o especialista em política internacional, Reginaldo Nasser, a participação da juventude deve-se a "uma nova geração de jovens que, embora tenha formação intelectual, não encontra oportunidades no mercado de trabalho. Como resultado, ela se organiza usando a internet, as redes sociais, etc.". 
Nestas condições está pronta a receita para a disseminação da tempestade de protestos populares que provocam um clima de temor nos demais países da região que possuem condições parecidas com as do Egito e Tunísia, a ponto dos governantes da Arábia Saudita, Irã, Jordânia, Líbia, Bahrein, Argélia e Iêmen comandados por ditaduras há décadas tomarem medidas preventivas para enfrentar a crise, colocando as forças de repressão em estado de alerta a fim de que seus países não serem "contaminados" pela onda de protestos e tornarem-se a bola da vez, contudo parece inevitável a continuação de manifestações contra os governos no poder. Ainda é cedo para afirmar, mas podemos estar presenciando uma versão da Era das Revoluções no mundo islâmico.
Ao que parece a "primavera árabe" está expandindo horizonte. Recebi informações de que em Angola está germinando uma manifestação contra o governo de José Eduardo dos Santos, no poder a 32 anos, leia na íntegra o manifesto: A NOVA REVOLUÇÃO EM ANGOLA
A introdução acima é um aperitivo para iniciarmos o assunto propriamente dito: As revoluções na Idade Moderna. Estes eventos com variadas matizes sejam de predominância econômica, social ou política influenciaram profundamente a História. Para começo de conversa vamos entender o conceito de Revolução.    




Afinal o que é uma Revolução?
De maneira simplista podemos defini-la de duas formas.
O significado do termo Revolução (do latim revolutio, "uma volta") é uma transformação radical que têm lugar num período relativamente curto de tempo.
No conceito da História acrescenta-se ao significado de Revolução os fatos históricos com quebras ou rupturas radicias seja no campo social, no poder ou nas estruturas organizacionais. Quando se muda a base, a estrutura que esta acima sofre as consequências do desdobramento das ações ou pensamentos oriundos da mudança ocorridas na base.
 
Convulsões e Revoluções sempre fizeram parte do processo civilizatório da humanidade, alguns episódios podem ser classificados pelo tamanho de sua repercussão na História. Eventos denominados de marcas ou divisores de águas. Entre estes momentos estão os ocorridos no século XVIII, em virtude dos quais o historiador Eric Hobsbawm, denominou este período de a Era das Revoluções.
Comumente as pessoas acham que cidadania significa ter o direito de exercer o voto na época das eleições. Entretanto, o conceito de cidadania não se restringe a somente a isso. É algo mais amplo. Os direitos do cidadão não surgem ao acaso, estes são resultado das lutas de indivíduos que desejavam um mundo mais justo, sem opressão e com maiores oportunidades aos despossuídos de privilégios. Alguns direitos que hoje desfrutamos foram e continuam sendo objeto de disputas de interesses entre governo, forças políticas, classes sociais dominantes e movimentos populares. Atualmente o direito das pessoas professarem livremente seus ideais tornou-se possível em virtude da luta e até da morte de muitos no passado que não se intimidaram diante das injustiças, elevaram o tom da voz por igualdade e sonharam por um tempo em que todos seremos iguais.    


A Revolução Industrial. (Resumo)
Os recursos tecnológicos hoje disponíveis nos computadores, telefones celulares, Ifones, etc., são resultados de milhares de anos de experimentos da inventividade humana.  Desde a invenção das primitivas ferramentas da Era Neolítica ao fantástico advento da tecnologia de transmissão sem fio (wi-fi) a humanidade vem acumulando conhecimentos e a medida que o tempo passa tornam-se cada vez mais complexos e sofisticados. Contudo há períodos na História em que estes conhecimentos aceleram o ritmo com mudanças rápidas e abrangentes em diversas áreas da atividade humana. Um destes períodos iniciou-se na Inglaterra, por volta de 1750 e recebeu a denominação de Revolução Industrial.
Qual a importância em compreendermos a Revolução Industrial?
Se pretendemos entender os mecanismos de funcionamento do sistema capitalista na atualidade é fundamental que conheçamos o advento da Revolução Industrial. Principalmente no aspecto relacionado às relações de trabalho. 
Para começo de conversa a Revolução Industrial ocorreu por uma necessidade da burguesia. Através de dois lançes: a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa a burguesia inglesa deu o golpe final do poder absoluto do rei e apropriou-se do poder político. Aliado a isto está o surgimento de inventos como a bomba e tear hidráulico, o trem e o barco a vapor que contribuíram  para uma importante transformação: a substituição da força física (manufatura) pela força mecânica (máquina) ou seja o trabalho da manufatura passar a ser realizado nas fábricas.

O Barco e  locomotiva a vapor além do tear automático foram as invenções importantes durante a Rev. Industrial.
Inglaterra o berço da Revolução Industrial. Quais condições ajudaram-na a ser a pioneira?
- Acúmulo de capitais (conseguido através da exploração das colônias, principalmente na América do Norte)
- Mão de obra disponível (falta de terra na zona rural em virtude dos cercamentos obrigou os camponeses a migrar para as cidades e se tornarem força de trabalho nas fábricas) .
- Estado liberal burguês (a burguesia ocupava o poder político)
-Jazidas de Carvão (principal combustível que movia as máquinas de produção nas fábricas).

A Revolução Industrial pode ser dividida em 2 fases:
1ª - Limitada à Inglaterra -Desenvolvimento nos setores têxtil, siderúrgico e agrícola.
2ª - Expansão do processo industrialista à paises como a Alemanha, França, EUA, Japão. De características monopolista, imperialista e desenvolvimento do neocolonialismo.
Isto posto, a Revolução Industrial gera transformações econômicas, políticas, sociais e culturais: 
-Consolidação do Capitalismo.
-Afirmação do Liberalismo.
-Urbanização.
-Questão social e novas idéias.

Sobre a questão social e o surgimento de novas idéias é importante ressaltar que os desdobramentos sociais ocorreram a partir do rearranjo de classes sociais no capitalismo moderno ou seja o surgimento de duas novas classes com interesses opostos: a burguesia industrial e a classe trabalhadora (proletariado). Contra o modelo de exploração da força de trabalho pelo capitalista (burguesia industrial) as doutrinas socialistas passam a denunciar as condições de trabalho aviltantes dos que produzem a riqueza, no caso os trabalhadores, mas não compartilham desta. Assim está lançada a pedra fundamental do Socialismo.

Duas classes sociais em conflito. Burguesia x Trabalhador

19 comentários:

  1. Prof não entendi sobre os cercamentos, pode explicar. valeu

    ResponderExcluir
  2. História de Mestre2 de março de 2011 15:45

    Desde a Idade Média no período do Feudalismo as terras destinadas a agricultura eram cultivadas de maneira comunitária pelos camponeses. Na transição do Feudalismo para o capitalismo ocorreu uma mudança, pela lógica capitalista a terra passou a ser considerada um bem de produção. Aos poucos a "gentry" (nobreza rural mais progressista, aburguesada) e camada mais rica médios proprietários, passaram a cercar as suas terras, arrendando-as como pastagens para a criação de ovelhas, e delas expulsando os camponeses. Durante a Revolução Industrial este processo intensificou-se, por ser mais vantajoso financeiramente,pois a criação de ovelhas necessitava de pouca mão de obra e a lã abastecia as manufaturas de tecidos. Aos camponeses que não encontravam trabalho não restou opção senão migrar para as cidades em busca de vagas nas fábricas disponibilizando um grande contingente de mão-de-obra, o que mantinha os salários baixos.
    Enfim, o processo de "cercamentos" beneficiou apenas os proprietários rurais e os donos das fábricas.

    ResponderExcluir
  3. Me explica sobre Truste, Cartel e Holding ?

    Shayene

    ResponderExcluir
  4. Estas são algumas denominações de eventos ou conceitos que existem no sistema Capitalista. Vamos lá.
    Truste é a expressão utilizada para denominar quando grupo de empresas que se juntam com o objetivo de dominar o mercado e suprimir a livre concorrência. Exemplo a Nestlé adquiriu uma enorme fatia da produção de chocolate no Brasil através das fusões com outras empresas do mesmo setor.
    Cartel é um acordo não formalizado (por debaixo do pano) entre empresas que tem a mesma atividade econômica as quais combinam o preço de determinado serviço ou produto a fim de impor o seu preço ao mercado consumidor. Esta atitude dificulta a livre concorrência e provoca prejuízos aos consumidores. Exemplo: Os postos de combustíveis que combinam o mesmo preço para a gasolina ou álcool.

    Holdings é um termo da língua inglesa que significa "Abraçar" ou seja uma empresa controla um grupo de outras empresas. Por exemplo um Banco pode ser dono de indústrias, universidades, lojas de departamentos.

    ResponderExcluir
  5. Marcelo Moreira
    Professor, podemos dizer que a Revolução Industrial foi a causa para o surgimento do capitalismo ou foi uma consequência desse sistema econômico.

    ResponderExcluir
  6. Prezado Marcelo. Embora Marx tenha fundamentado que o capitalismo foi um produto da Rev. Industrial, entendo que sozinha,não foi causa para o surgimento do capitalismo e não diria que foi uma consequência. Em primeiro lugar porque a origem do Sistema de Produção Capitalista é bem anterior a Rev. Industrial. Para que vc possa situar-se historicamente o Sistema Feudal entrou em decadência entre os séculos XIV e XV e por uma série de fatores a forma de organizar a produção alterou-se drasticamente. Foi este conjunto de mudanças que contribuiu para troca do Sistema de produção Feudal pelo Sistema Capitalista. Entenda que o Capitalismo é o modo de produção (ou seja, a maneira como se organiza uma determinada sociedade)cujo desenvolvimento aconteceu ao longo da Idade Moderna/ Contemporânea e contitui-se de varias fases. Em momentos distintos correram as alterações importantes como: desde o aumento das relações comerciais e posteriormente mudanças que provocaram uma série de desdobramentos políticos, econômicos e sociais, tais como: a alteração da relação de trabalho (capital x trabalho),o direito a garantia da propriedade, a formação dos Estados Nacionais e etc.
    Em segundo lugar diria que a Rev. Industrial não foi uma consequência e sim um produto da conjuntura natural do desenvolvimento do capitalismo que é dinâmico e portanto sujeito a transformações ou adaptações.

    ResponderExcluir
  7. Professor, pode me explicar sobre a revolução gloriosa e cientifica?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vamos lá!! A Revolução Gloriosa junto com a Revolução Puritana estão contidas no "pacote" revolucionário que iniciou com a Revolução Inglesa em 1642, uma guerra civil inglesa, de uma forma geral foi o conjunto de manifestações burguesas contra o regime absolutista na Idade Moderna. Foi este processo revolucionário que deu condições para que a Revolução Industrial prosperasse (com a imprescindível ajuda das inovações técnicas e científicas) no século XVIII, preparando o caminho para o avanço do capitalismo. Portanto, temos aqui dois tipos de revolução as de caráter político (Inglesa, Gloriosa e Puritana) e a de caráter científico (Industrial), importante ressaltar a conexão entre as revoluções e seus desdobramentos em relação ao conceito de causa e efeito.
      A Revolução Gloriosa teve como ponto central a luta contra a restauração do Absolutismo, contudo sem modificar a estrutura social vigente.
      Tudo começou quando Carlos II sobe ao trono da Inglaterra, em 1660, com poderes limitados. Ambicionando mais poder Carlos II aproxima-se do rei da França Luís XIV, numa eventual coligação para conseguir o poder ilimitado através da força dos exércitos. Contudo esta jogada de Carlos foi percebida pelo parlamento que tratou de atacar as pretensões furtivas do rei. Carlos II morre em 1685 e em seu lugar assume a coroa inglesa o seu irmão Jaime II, que sem perder tempo adota medidas para restaurar o catolicismo e o absolutismo. O parlamento não tolera os atos de Jaime II e declara sua filha Maria Stuart rainha da Inglaterra. Maria era casada com Guilherme de Orange holandês de origem, que foi coroado como Guilherme III. O rei Jaime II foge para a França e desta forma o parlamento demonstra que os seus interesses, diga-se os da burguesia, estão acima da vontade do rei. A este fato que representou a vitória da burguesia (agora possuidora do poder de fato) e a derrubada dos obstáculos que a impediam de se desenvolver é que denominou-se Revolução Gloriosa.
      O parlamento impôs aos soberanos da Inglaterra a Declaração de Direitos (Bill of Rights) com a qual boa parte dos poderes reais foram esvaziados, ficando a realeza como mera figura decorativa, pois na prática quem governava era o parlamento. Opa! Era não, ainda é. Daí a expressão: o rei reina, mas não governa. Atualmente denomina-se Monarquia Parlamentarista.

      Excluir
    2. pode me explicar sobre "as revoluções" da Era das Revol~uções de Eric hobsbaw

      Excluir
  8. professor referente "As revoluções" do livro a "A era das revoluções" de Eric hobsbawm como o senhor explicaria tais revoluções, pois são varias que o autor se refere.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Inicialmente gostaria que desculpasse a demora em responder, pois em virtude da participação no processo de luta por melhores condições para exercer a profissão de educador estive envolto neste movimento contestatório. Enfim, vamos lá a longa resposta alertando que tentarei apenas tecer considerações resumidas, pois não é possível esgotar este tema (Revolução Francesa e Industrial) aqui. Entenda que a obra de Hobsbawm (particularmente acho ser o grande ícone da história contemporânea) não tem pretensão de explicar a História das revoluções e não são várias as revoluções, observamos que ele fez um recorte de tempo e tema no qual aborda as DUAS revoluções de enorme significado histórico: A Revolução Francesa e a Revolução Industrial. A primeira de caráter mais político e a segunda caracterizada mais pelo viés econômico sem, no entanto desconsiderarmos seu imbricamento(relações)e implicações políticas. Podemos considerar que tanto a revolução de 1789 na França quanto a industrial (1848) na Inglaterra em princípio foram eventos regionais "gêmeos" que em virtude dos desdobramentos posteriores ao longo dos séculos,ou seja, do final do XVIII, durante todo XIX e no século XX tomaram proporções globais. Outra consideração importante diz respeito aos créditos dos reais vitoriosos destas grandes revoluções(francesa e industrial) cujo triunfo foi do capitalismo industrial e não da indústria, assim como foi a vitória da burguesia liberal (enquanto classe social) e não da liberdade e igualdade; foi triunfo NÃO do Estado e ou economia moderna, mas da economias e Estados de determinada região geográfica (parte da Europa e alguns trechos da América do Norte). Como resume Hobsbawm "A transformação de 1789-1848 é essencialmente o levante gêmeo que se deu naqueles dois países (França e Grã-Bretanha) e que dali se propagou por todo o mundo". Ainda no campo das considerações importantes devemos observar que Hobsbawm é um historiador de formação marxista e sua obra procura levar a compreender o período conhecido como História Contemporânea a partir de um recorte em momentos cruciais, assinalados por tensões e conflitos sociais (que na perspectiva marxista denomina-se "luta de classe") que resultaram em revoluções (como foi o caso da de 1789 e da 1848) e ou guerras. Portanto a base da ideologia marxista permeia a obra de Hobsbawm, entretanto o autor não é impermeável a outros conceitos e ideais de autores não marxistas.
      Desta forma de maneira bem sucinta tendo por base o livro de Hobsbawm deixo o meu entendimento sobre este tema.

      Excluir
  9. professor pode me falar um pouco sobre o texto: Como se dá a Exploração. Frisando bem a parte que fala sobre burguesia e proletariado?

    ResponderExcluir
  10. professor pode me falar um pouco sobre o texto: Como se dá a Exploração. Frisando bem a parte que fala sobre burguesia e proletariado?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Meninas, a exploração de que estão se referindo é a da mão de obra. Correto? Pois bem, vamos avaliar este conceito de exploração do trabalho pela ótica do Marxismo e seus fundamentos. Segundo esta teoria a exploração da mão de obra é a maneira pela qual o capitalista (burguesia)obtém lucro, é o que Marx denominou de “mais valia”. Entenda que no capitalismo as relações de produção caracterizam-se pelo trabalho assalariado e pela propriedade privada dos meios de produção. Segundo a teoria marxista a relação capital x trabalho é desigual, pois beneficia aos capitalistas(burguesia), já que os trabalhadores (proletários) precisam vender sua força de trabalho para receber o "salário". De que forma os capitalistas obtém lucro e acumula capital com a exploração da força de trabalho? Quando a remuneração do trabalhador (paga pelo patrão - burguês)é menor do que realmente vale. Portanto esta diferença entre o que é pago pelo patrão e o real valor do trabalho executado é o lucro da qual o capitalista burguês se apropria, através da exploração da força de trabalho do proletariado, grosso modo é a “mais valia”. Entretanto a exploração do trabalho não é efetuada apenas pelo viés teórico, na prática a força de trabalho é explorada por diversas outras maneiras, tais como pressão psicológica, ambiente de trabalho insalubre, jornada de trabalho estafante, desvio de funções, ou seja, o trabalhador ganha por uma função e faz outra geralmente mais complexa, mas sem aumento de salário. Entre outras formas de exploração.
      Espero ter esclarecido sua dúvida.
      Saudações. Fernando

      Excluir
  11. professor, quais são as críticas que o livro "A Era das Revoluções" faz sobre a burguesia liberal já no sec XIX?

    ResponderExcluir
  12. Professor gostaria de saber baseado no livro A Era das Revoluções, as mudanças econômicas de trabalho na Revolução Industrial, e o papel da Aristocracia na Revolução Industrial.
    Obrigada

    ResponderExcluir
  13. Professor, gostaria de saber das mudanças econômicas de trabalho na revolução Industrial e qual o papel da Aristocracia na Revolução Industrial. Do livro A era das Revoluções de Habsbawm.

    ResponderExcluir
  14. professor , me passa aer um resumo sobre a ''Era das revoluções''

    ResponderExcluir